Ricardo Marcom - Psicólogo.
Psicoterapia
São vários os motivos que levam uma pessoa a buscar ajuda de um Psicólogo:
Desejo de se conhecer melhor, dificuldades nos seus relacionamentos com familiares, amigos ou parceiros, situações de trabalho, etc.
Quando essas dificuldades estão mais graves e apresentam sintomas físicos como no caso das depressões, síndrome do pânico e outros transtornos que acabam atrapalhando a vivencia do dia a dia e a evolução.
O psicoterapeuta auxilia a pessoa a vislumbrar e “construir” novas maneiras de lidar consigo mesmo e com o mundo, atuando tanto na redução do sofrimento quanto na identificação e desenvolvimento dos talentos e potenciais.
Qualquer pessoa pode fazer psicoterapia, em qualquer idade.
Psicoterapia Infantil
É a adaptação da psicoterapia para o tratamento de crianças. Nesse trabalho, o objetivo é ajudar a criança a expressar seus conflitos através das atividades lúdicas como jogos e brincadeiras, ao mesmo tempo em que ela vai experimentando novos modos de lidar com as emoções e situações da vida de modo geral. Diferentemente do adulto, a linguagem da criança é o brincar.
Por meio do jogo, do desenho, da brincadeira, o mundo da criança vai se revelando ao olhar do psicólogo de modo que este pode ajudá-la a enfrentar dificuldades e buscar uma melhor integração e adaptação na família, na escola e na sociedade em geral.
Qual a idade mínima para uma criança para fazer psicoterapia?
Não existe uma idade mínima para se iniciar a terapia com uma criança. Alguns psicólogos realizam trabalhos com bebês bem novos, embora, nessa fase, o trabalho se dê também na relação com os pais, seja por meio de orientação, seja de encaminhamento para um trabalho individual. Se existe alguma dúvida de quando levar a criança ao terapeuta, o ideal é discutir com o próprio profissional o início e tipo de trabalho indicado para essa criança.
Meu filho precisa de psicoterapia, mas não quer ir de jeito nenhum, como devo proceder?
Crianças, assim como adolescentes, podem ser muito resistentes a psicólogos, pois facilmente os associam a alguma figura de autoridade, tais como médicos, professores ou os próprios pais. Diante de uma resistência muito forte, métodos de aproximação poderão ser pensados junto ao psicólogo. Muitas vezes os pais precisam ser firmes, apontando a importância da terapia, como ir à escola, por exemplo. De qualquer forma, é sempre preferível que os pais conversem e expliquem o sentido do que está acontecendo, em vez de simplesmente “arrastarem” a criança até o terapeuta. No caso dos adolescentes, o diálogo é ainda mais importante, pois eles costumam ser mais questionadores sobre o que é melhor para suas vidas.
Psicoterapia de Casal
Na terapia de casal trabalham-se as questões, dificuldades e conflitos próprios do relacionamento do casal. A hora recomendada para se iniciar a terapia é quando o casal, por conta própria, não está conseguindo dar um encaminhamento satisfatório para suas questões. Reconhecer e admitir a insatisfação de um ou de ambos é o primeiro passo para se evitar que as crises se tornem crônicas. Através da intermediação do terapeuta, o casal poderá experimentar outra forma de comunicação entre si.
A partir do conhecimento das necessidades, projetos e desejos individuais e do casal, o terapeuta ajuda a identificar a maneira nem sempre clara do casal se relacionar e auxilia no planejamento de objetivos comuns para os parceiros, que poderão se engajar no relacionamento de forma mais madura e com maior conhecimento de si e do outro, buscando atitudes e comportamentos que auxiliem na recuperação ou manutenção de uma relação conjugal saudável.
A terapia de casal pode evitar a separação?
Sim, certamente, mas é importante lembrar que esse não é o objetivo do trabalho. O objetivo de qualquer terapia, em última análise, é sempre a verdade. A terapia de casal pode fazer com que a qualidade da relação melhore muito, porém às vezes o casal chega à conclusão de que serão mais felizes separados. Nesse caso a terapia não falhou, pois, apesar do desfecho, a separação tem chance de acontecer de forma mais consciente e saudável. Enquanto alguns casais procuram a terapia de casal em busca de soluções para seus conflitos a fim de continuarem juntos, outros, mais raros, procuram exatamente para auxiliar no processo de separação de modo a minimizar o sofrimentos de todos os envolvidos.
Psicoterapia Familiar
Como o nome já diz, a terapia familiar é recomendada quando o relacionamento entre os membros da família está em desarmonia. Além disso, muitas vezes ela se faz necessária porque um dos membros da família está numa situação mais grave, como ocorre nos casos de alcoolismo e dependência química, comportamentos agressivos e diversos outros transtornos. Com frequência, é o alcoolismo de um pai, a depressão de uma mãe ou a drogadicção de um filho o evento que evidencia o fato de que as relações familiares necessitam de uma intervenção adequada.
Quer o objetivo seja melhorar as relações no contexto familiar, quer seja o tratamento de um de seus membros por meio dessas relações, o terapeuta familiar intervém na comunicação e no modo como os familiares se relacionam entre si, permitindo a elaboração de um plano de mudanças relacionais.
O psicoterapeuta familiar também realiza o que chamamos de orientação familiar, ou seja, ele orienta a família sobre como lidar com um de seus membros que esteja precisando de mais ajuda.
É possível fazer terapia familiar mesmo que um dos membros se recuse a ir na sessão?
Sim. É claro que, se pensarmos num cenário ideal, a presença de todos os membros da família é altamente desejável, uma vez que todos respondem pela dinâmica familiar. Contudo, na vida geralmente não trabalhamos com o “ideal”. Muito comumente, nos casos em que um dos membros da família está em situação mais grave, esta própria pessoa é a que apresenta maior resistência ao tratamento. Porém a ausência dessa pessoa na terapia não impede o trabalho, até porque a terapia familiar tem como um de seus objetivos explicitar e compreender a dinâmica de cada indivíduo dentro daquela família, e não apontar “culpados”.
Avaliação Psicológica
A Avaliação Psicológica é um processo de levantamento de informações a respeito de uma pessoa, onde podem ser avaliadas características como atenção, memória, personalidade, interesses, etc.
O objetivo é investigar alguns aspectos emocionais, bem como reconhecer potenciais e habilidades e não somente traços deficitários ou patológicos. Abrange aspectos passados, presentes (diagnóstico) e futuros (prognóstico) da pessoa.
Pode ser usada em processos de Recrutamento e Seleção; Coaching; Orientação Vocacional / Profissional; Psicoterapia ou simplesmente para autoconhecimento.
Como é feita?
O processo tem duração aproximada de 6 horas, divididas entre:
* 1h30 de entrevista;
* 1h30 de aplicação de testes (os testes variam de acordo com a finalidade da Avaliação);
* Análise das informações obtidas;
* 1h de devolutiva verbal e entrega do relatório.
Orientação Vocacional – Profissional
A Orientação Vocacional/Profissional é um processo que tem como objetivo auxiliar o jovem no momento da escolha profissional. É um meio facilitador que o ajuda a se conhecer e a desenvolver ferramentas emocionais e intelectuais para que faça a escolha mais adequada e consciente, visando a realização pessoal e profissional.
Para tal, são utilizadas ferramentas que o levarão a identificar suas potencialidades, desenvolvê-las, aprender a manejá-las e com isso, reduzir a ansiedade característica desse período.
Esse trabalho é particularmente importante nos dias de hoje, pois a enorme gama de cursos, profissões, áreas de atuação, podem levar o jovem a se ver confuso sobre qual caminho seguir.
A quem se destina?
Jovens que estão no momento da escolha profissional e adultos que querem redefinir suas escolhas sobre a vida profissional.
Sobre o processo: Pode ser realizado individualmente ou em grupos de no máximo 5 pessoas. Dura entre 10 e 12 encontros semanais de 1hs30 (no caso de grupos, os encontros serão mais longos, mas depende da quantidade de pessoas).
Coaching
A sessão de coaching começa com uma simples pergunta como essa.
Porém, essa simples pergunta, pode conter várias crenças não questionadas que podem estar limitando você a realizar o seu objetivo. Pode trazer a consciência de que você não está preparado para alcançá-lo, ou ainda pior, que você nem sabe bem o que quer.
O processo de coaching atua no domínio da aprendizagem. Através de técnicas conversacionais se cria uma nova cultura, um novo jeito de olhar.
Afinal, como obter resultados diferentes se o jeito de fazer as coisas pode estar sendo sempre o mesmo?
Coaching vem do inglês “coach”, que é também a palavra usada para o treinador, o técnico de um time ou atleta. Aplicado ao desenvolvimento pessoal, passou a ser um processo com início, meio e fim bem determinados em que são estabelecidas metas claras e ações para se alcançar os objetivos desejados. Para isso, o Coach acompanha o cliente ou coachee durante todo o processo de busca pelo seu objetivo, auxiliando a desenvolver as competências necessárias resultando ao participante ferramentas, conhecimento e oportunidades para se expandir.
As chamadas “zona de conforto”, “explicações tranquilizadoras”, “sabotador interno”, ou vitimização, entre outros, são mecanismos de defesa que produzimos para explicar o inexplicável ou justificar nossas ações ou inações. A expressão “modo de segurança” traduz bem a ideia dos obstáculos e mecanismos mentais que criamos em defesa da nossa zona de conforto e que nos paralisam.
Por isso o processo de coaching acontece através de perguntas que instigam o cliente a investigação, reflexão e conscientização de pontos fracos e fortes, promovendo um aumento da consciência de si, que através de um feedback realista, leva-o a se responsabilizar novamente pela própria vida.
O foco está sempre nas possibilidades futuras e como transformá-las em realidade !
